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Blueneck





Blueneck foi formado em 2000 na Inglaterra, mais precisamente na cidade de North Somerset. Apesar de já ter quase dez anos de estrada, só em 2006 é que veio a vida o seu primeiro trabalho oficial, chamado Scars Of The Midwest e, três anos depois, o seu sucessor: The Fallen Host.

As letras, longe da temática convencional, se desenvolveram em um ambiente cinematográfico de ruídos e sombras, vocais crescendos, todos criados com sintetizadores analógicos. A banda tem uma distinta sutileza artesanal sobre a sua música que obriga o ouvinte a participar e envolver-se em seu mundo. Michael Maidment (tocou com Aereogramme, Cult of Luna, iLiKETRAiNS e Thirteen Senses) se juntou ao Blueneck para dar suporte às apresentações ao vivo.

Ambos os álbuns tem como característica comum a atmosfera obscura, densa e instigante que permeia cada átomo sonoro que os constituem. Percebe-se, além da base post-roqueira, uma influência bem pronunciada de Ambient Music, bebendo diretamente da fonte criada pelo Brian Eno e nomes que misturam estes dois estilos como ninguém (Hammock, por exemplo), mas ainda deixando lugar para explosões de fazer tremer as pálpebras e todo o sistema nervoso central mesmo do indivíduo mais gélido que existe na Terra. Enquanto isso, as músicas vocalizadas já nos remetem a nomes como Anathema e Antimatter, especialmente este último, fazendo reviver (e muito bem) a densidade melancólica e catártica de suas músicas, ao seu próprio modo.

Quem gosta daquele post-rock mais "sombrio" e um pouco mais pesado (na linha The Pax Cecilia, Cecilia:Eyes, iLiKETRAiNS, Her Name Is Calla) e os nomes já citados, certamente iria apreciar seu trabalho e deixar algum lugar cativo em seu CD (ou mp-n player) ou mesmo em seu Hard Disk para ele.

"Blueneck’s music has developed into a cinematic soundscape of ambient atmospherics, dark skeletal rhythms and swirling crescendos, all created with analogue synths, sparse piano and huge, soaring guitars. Having already produced a series of demos, each one evolving further into atmospheric territory than the last, the band have teamed up with producer and musical visionary Corin Dingley for their first full-length album “Scars Of The Midwest”. Blueneck operate in a similar post-rock territory to bands such as Godspeed! You Black Emperor, Sigur Ros and Mogwai, but having spent a year and a half locked away recording in the hills of deepest Somerset, they have delivered a dark, dynamic masterpiece which has a sound truly their own."


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[2011] Repetitions

01 - Pneumothorax
02 - Sawbones
03 - Venger
04 - Sleeping Through A Storm
05 - Una Salus Victus
06 - Ellipsis
07 - Barriers Down
08 - The Last Refuge
09 - Lopussa


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[2009] The Fallen Host

01 - (Departed From Me, Who Are Cursed)
02 - Seven
03 - Low
04 - The Guest
05 - Children Of Ammom
06 - Weaving Spiders Come Not Here
07 - Lilitu
08 - Revelations

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[2006] Scars of the Midwest

01 - The Hills Have Eyes
02 - Judas! Judas!
03 - Oig
04 - Le-465
05 - Ub1
06 - Epiphany
07 - Ub2
08 - Amoc
09 - Yesterday's Forgotten

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Katatonia




omfg,katatonianovokatatonianovokatatonianovokatatonianovokatatonianovokatatonianovokatatonianovokatatonianovokatatonianovokatatonianovokatatonianovokatatonianovokatatonianovo...

Tá, tirando a empolgação inicial da notícia, vamos falar mais sobre a tal banda: Katatonia foi formado, oficialmente, no ano de 1991 pelos amigos de longa data Jonas Resnke (aka Blakkheim) e Anders Nyström (aka Lord Seth), inspirados pelas bandas do cenário extremo do Metal que estava em pleno surgimento e ebulição no momento, como Morbid Angel, e o Doom Metal que teve ponto de partida na década de 80. Seu primeiro trabalho oficial lançado foi a demo Jhva Elohim Meth, produzida pelo Dan Swanö, esgotada em questão de pouquíssimo tempo. Devido à esse fato, um selo holandês relançou essa mesma demo como um mini-EP, recebendo atenção ainda maior do que antes, espalhando o nome da banda pelo underground europeu na época a velocidade da luz. Porém, não foi até o primeiro full-length da banda, vindo a luz (ou as trevas, muwuhahaa) no fim de 1993 sob o nome de... Dance Of December Souls! Bem condizente, com a época, não?

Este álbum é considerado, por muitos, como um divisor de águas do Doom Metal e do Metal extremo como um todo, até. Além de ter sido um dos pioneiros a unir a estética gélida e estéril do Black Metal num vestido Doom, é um álbum primoroso do começo ao fim. Todas as músicas são conduzidas e compostas com uma destreza difícil de se imaginar para uma banda tão jovem como era na época, imersas numa melancolia lancinante e angustiante em cada átomo sonoro que o compõe. Praticamente 11 entre 10 bandas de DSBM clamam ter influências deste álbum, fato não mais do que merecido. Depois dele, vieram o EP For Funerals To Come (1995) e o full-length Brave Murder Day (1996), apresentando um certo rompimento com a proposta original. Neles, percebe-se uma maior influência de Death Metal nas músicas, bem como um direcionamento temático ligeiramente diferente dos trabalhos anteriores, apresentando já uma renovação em seu universo sonoro. Neste último, o vocalista Jonas Renske se afasta também da função original, alegando "problemas de saúde" , impedindo assim de fazer os vocais rasgados das músicas mais antigas, tanto que a voz nele foi a do velho conhecido nosso Mikael Akerfeldt (Opeth).

Mas rompimento mesmo veio com os trabalhos subsequentes, especialmente o EP Saw You Drown (1997) e o álbum Discouraged Ones (1998). Neles, a banda remodela completamente, mais uma vez, o seu universo sonoro, abandonando de vez as veias metálicas que corriam por ele, deixando espaço assim para um Rock limpo e soturno, constituído de uma essência melancólica esmagarodamente desoladora, fazendo jus mais do que nunca ao nome que a banda carrega (catatonia vem do grego kata + tónos, relacionada a um sintoma da esquizofrenia no qual a pessoa sofre severas reduções motoras sem consciência disso). É um álbum impossível de ouvir inteiro e ainda manter-se sorrindo e contente, mesmo que você tenha ganho na mega-sena (tá, estou exagerando). Após esse álbum, o Katatonia abandona cada vez mais suas raízes e vai aprimorando cada vez mais sua nova estética, fazendo um Rock soturno com referências diretas a Anathema, Paradise Lost e The Gathering mas ainda assim extremamente grudento e cativante, do tipo em que a música fica ressoando na sua cabeça por horas a fio, tal qual hipnose.

Até que, então, chegamos ao último trimestre de 2009, época em que sai o mais novo trabalho da banda. Intitulado Night Is The New Day, a banda, mais uma vez, produz um CD que difere de seus antecessores ainda que siga uma linha razoavelmente parelha com eles. Nele, percebem-se que as músicas são um pouco menos grudentas, porém mais trabalhadas e intricadas. Nada que chegue a merecer a alcunha de Progressivo, claro, mas nota-se um trabalho técnico mais bem elaborado nele. Trata-se, inclusive, de um álbum de mais difícil digestão e assimilação em relação aos outros, mas, cara, negar a qualidade latente e gritante que ecoa de cada póro sônico é uma heresia das mais gigantescas e dignas de punição severa que existem! Eu ainda não consegui formar uma opinião mais sólida sobre esse novo CD, mas ele não tardará a figurar bem alto no meu ranking anual, ou, se bobear, no ranking de favoritos da banda.

É, enfim, um álbum maduro e conciso do começo ao fim (pelo menos o que consegui ouvir até o momento), tecido por uma das bandas mais instigantes e características do cenário musical da atualidade, na minha singela opinião. Excelente, brilhante, e qualquer outro adjetivo que bem couber aqui, é o que este CD é. Nem preciso recomendar para ninguém em especial, pois isso já é indispensável. Aproveitem-o!

//Aproveitando a deixa para postar-lhes o novo EP da banda, batizado de The Longest Year. Como o nome já diz, eis a faixa-tema do EP, mas nela ainda encontramos uma faixa inédita, Sold Heart, música em slow-tempo e climinha melancólico, lembrando um pouco o passo da Unfurl (do single July, de 2007), assim como duas versões remixadas, também slow-tempo, de Day And Then The Shade e Idle Blood. Não é, claro, algo que irá revolucionar a carreira do Katatonia, mas rende uma ouvida muito agradável e é mais do que digno de ser compartilhado aqui, neste espaço virtual. ;)

- Review by Carlos.


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[2010] The Longest Year (EP)

01 - The Longest Year
02 - Soldd Heart
03 - Day And Then The Shade (FRank Default Remix)
04 - Idle Blood (Linje 14)


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ps: To be released in March 30th.




[2009] Night Is The New Day

01 - Forsaker
02 - The Longest Year
03 - Idle Blood
04 - Onward Into Battle
05 - Liberation
06 - The Promise Of Deceit
07 - Nephilim
08 - New Night
09 - Inheritance
10 - Day & Then The Shade
11 - Departer

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(320 kbps, complete version!)

Antimatter




O Antimatter foi formado por Mick Moss e o ex-baixista do Anathema, Duncan Patterson. A dupla lançaram 3 albuns juntos, Saviour, Lights Out e Planetary Confinement, sendo que pouco tempo depois do lançamento deste último, Duncan deixa a banda para dar ínicio em seu novo projeto, o Íon. Mick Moss continua com a banda e em 2007 lança o magnifico Leaving Eden em parceria com o igualmente magnifico, Danny Cavanagh do Anathema.

Os primeiros trabalhos do Antimatter (Savior e Lights Out) tinha um foco maior nas linhas melodicas dos vocais, em grande parte executada por alguma vocalista convidada, as estruturas sonoras variavam entre um "trip-rock" melancolico, em mescla com elementos do eletronico e até mesmo do gótico. Planetary Confinement foi lançado em 2005 e marcou o início de uma mudança para um som mais acústico orientado para um "depressive rock". Em 2007, com a saida de Duncan, Mick Moss lança o Leaving Eden e assume o posto de vocalista e compositor, e a estrutura do Planetary Confinement é mantida, mas agora é acrescetado uma guitarra eletrica executada por Danny Cavanagh. O resultado desse cd, é uma sonoridade mais pesada, mas igualmente melancolica e bela.

Em 2009 foi lançado o album ao vivo e acústico, Live @ An Club, com participação de Danny Cavanagh. Entre os sons da banda este album contêm covers de alguns classicos como:"The Power of Love", "Black Sun" e "Working Class Hero".


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[2009] Live @ An Club

01 - Over Your Shoulder
02 - Black Sun
03 - In Stone
04 - Working Class Hero
05 - Leaving Eden
06 - Hope
07 - Saviour
08 - Legions
09 - The Power Of Love


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Soap&Skin




"Diante do piano de causa, Anja Plaschg, ou Soap & Skin [Sabão e Pele], mal ousa dirigir-se ao público. Este sustém a respiração para não pertubar a jovem de cabeleira negra. Com peças sombrias que aliam cravo, voz e eletrónica, é um fenómeno mediático. Tem 17 anos e um único álbum, mas a imprensa chama-lhe criança prodígio.

A virtuosa mantém o sangue frio. Em palco, a sua lilhueta miúda, vestida de negro, cativa o público mal abre a boca para murmurar ou gritar canções tenebrosas. Ao uivar como um cão, rugir ou mastigar as palavras, faz pouco dos ideais de beleza.

Anja cresceu na aldeia de Gnas, no sudoeste da Áustria. É filha de criadores de porcos. Aos 6 anos, começou a aprender dança e paino. Aos 13 anos quis desistir, mas o pai pediu-lhe que ficasse mais um ano. E então deu-se o Click. Passou a ensaiar 12 horas por dia, a estudar violino e a trabalhar com um software de música. Aos 14 anos, escreveu a sua primeira peça, para piano e dois violinos. A aldeia vê nela uma rebelde Punk e incompreendida.

Anja atirou-se à pintura e ao video e,aos 16 anos, foi aceite na academia de Belas Artes de Viena. A sua página no Myspace(myspace.com/soapandskin) soma mais de 160 mil visitas e nela acumulam-se declarações de amor dos fãs. Em Nova Iorque, conheceu um advogado de renome, que lhe propôs ser seu agente. As grandes ditribuidoras mandam representantes oas seus concertos.

A música de Soap & Skin tão depressa é terna, a lembrar os Sigur Ros -com voos pianísticos à Rachmaninov- como fulminante e desesperada. As letras das suas canções, melancólicas como só poder ser os escritos da juventude, são sublimes e maduras, por vezes chocantes. Apesar da gargalhada simpática, esta artista já deixou der ser apenas uma adolescente." Courrier Internacional


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[2009] Lovetune for Vacuum


01 - Sleep
02 - Cry Wolf
03 - Thanatos
04 - Extinguish me
05 - Turbine Womb
06 - Cynthia
07 - Fall Foliage
08 - Spiracle
09 - Mr. Gaunt PT 1000
10 - Marche funèbre
11 - The Sun
12 - DDMMYYYY
13 - Brother Of Sleep


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