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Crippled Black Phoenix




Formado inicialmente em 2004 quando o baterista Justin Greaves (Electric Wizard, Teeth Of Lions Rule The Divine, Iron Monkey e curto período no Borknagar) gravou de forma precária o que tinha em mente já há muito tempo com a ajuda de seu amigo Dominic Aitchison (Mogwai). As idéias que destoavam de qualquer coisa que Greaves já teria feito em seus outros trabalhos, juntamente com a experiência dentro do post-rock de Dominic formaram a essência do CBP. A dupla acabou se unindo com alguns outros artistas, dentre eles nomes de grandes bandas como Kostas Panagiotou e Andy Semmens (ambos Panthiest), Nial McGaughey (3D House of Beef) e o songwriter solo folk Joe Volk (também Gonga). A variação de estilos, habilidades e influências dos membros da banda é o que destaca o CBP das outras bandas de post-rock. Além disso, essa mistura de diferentes vertentes musicais também é refletida nas letras das músicas que a banda chama por "Endtime Ballads".

Em 2006 é iniciada a gravação do debut album em Bristol no Invada Records (Portishead’s Geoff Barrow). O resultado foi uma coleção de "endtime ballads" em A Love Of Shared Disasters. Esse é o primeiro trabalho de uma trilogia, que conta histórias trágicas da literatura combinadas com histórias pessoais dos membros de amores, perdas e redenção. O que eu posso sentir claramente quando ouço o CBP - e isso raramente acontece - é o que a psicanálise freudiana chama por catarse; a constante lembrança ou reprodução proposital de conflitos e experiências traumáticas ou ainda na literatura, a forma de purificar sentimentos reprimidos deixando pra tras o fracasso e a dor.

O CBP acabou sendo rotulado como "Stoner-Prog" passando pelo "Freak-Folk" e até mesmo o "Doom". Usando uma mistura de equipamentos modernos e da era Victoriana, a banda produz um som único e cativante, que soa moderno e arcáico ao mesmo tempo. A Resurrectionists/Night Raider foi lançado como box duplo contendo as canções de 200 Tons of Bad Luck, juntamente com um uma variedade de bonus.

/Editando o post da nossa querida Cibele, trago para vocês o novo cd de uma das bandas mais sensacionais de todos os tempos. [by:pedro]

//Editando o post de nosso querido Pedro para trazer o mais novo trabalho do fênix negro aleijado. Sob o nome de (Makind) The Crafty Ape, temos aqui o que creio ser um dos melhores álbuns da banda, trazendo-nos uma diversidade sonora ainda mais rica e criatividade cravada na estratosfera, flertando com domínios intrincados do Rock Progressivo mais do que nunca. Divido em 3 capítulos ao longo de dois CDs, já nasce como candidato a melhor álbum de 2012.

Enjoy!

[edit by: Carlos]


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[2012] (Mankind) The Crafty Ape

Disc 1:

Chapter I - A Thread:
01 - Nothing (We Are-)
02 - The Heart Of Every Country
03 - Get Down And Live With It
04 - A Letter Concerning Dogheads
05 - The Brain / Poznan

Chapter II - The Trap:
06 - Laying Traps
07 - Born In A Hurricane
08 - Release The Clowns
09 - (What?)

Disc 2:

Chapter III - The Blues Of Man
01 - A Suggestion (Not A Very Nice One)
02 - (Dig, Bury, Deny)
03 - Operation Mincemeat
04 - We Will Never Get Out This World Alive Faced With Complete Failure, Utter Defiance Is The Only Response

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[purchase] (will be released on February 7th)


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[2010] I, Vigilante

01 - Troublemaker
02 - We Forgotten Who We Are
03 - Fantastic Justice
04 - Bastogne Blues
05 - Of A Lifetime
06 - Burning Bridges (Hidden Track)

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[2009] Tons of Bad Luck

01 - Burnt Reynolds
02 - Rise Up and Fight
03 - Time of Ye Life/Born for Nothing/Paranoid Arm of Narcoleptic Empire
04 - Wendigo
05 - Littlestep
06 - Crossing the Bar
07 - Whissendine
08 - A Real Bronx Cheer
09 - 444
10 - A Hymn for a Lost Soul
11 - A Lack of Common Sense
12 - I Am Free Today I Perished

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[2009] The Resurrectionists

01 - Burnt Reynolds
02 - Rise up and Fight
03 - Whissendine
04 - Crossing the Bar
05 - 200 Tons of Bad Luck
06 - Please do not Stay Here
07 - Song For the Loved
08 - A Hymn For a Lost Soul
09 - 444
10 - Little Step
11 - Human Nature Dictates the Downfall of Humans

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[2009] Night Raiders

01 - Time of ye Life/Born for Nothing/Paranoid Arm if Narcoleptic Empire
02 - Wendigo
03 - Bat Stack
04 - Along Where the Wind Blows
05 - Onward Ever Downwards
06 - A Lack of Ccommon Sense
07 - Trust no One
08 - I am Free, Today I Perished

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[2006] A Love Of Shared Disasters

01 - The Lament of the Nithered Mercenary
02 - Really, How'd It Get This Way?
03 - The Whistler
04 - Suppose I Told The Truth
05 - When You're Gone
06 - Long Cold Summer
07 - Goodnight, Europe
08 - You Take the Devil Out of Me
09 - The Northern Cobbler
10 - My Enemies I Fear Not But, Protect Me from My Friends
11 - I'm Almost Home
12 - Sharks & Storms / Blizzard of Horned Cats

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ps: I intend to re-upload the broken links soon.

Wolves Like Us




Spawned from the remains of folded Norwegian bands such as Amulet and JR Ewing, Oslo’s Wolves Like Us first caught our ears in 2010. Their debut album, Late Love is 40 minutes of grand, pounding, desert rock-influenced hardcore. It’s good. It’s very, very good.

‘Burns Like A Paper Rose’ is a frantic start to the album – all gruff vocals and punchy guitars with an intricate riff underlining the song throughout – before the tumbling rumble of ‘Deathless’ cuts right through with brilliant fury and the upbeat ‘My Enemy’ blazes a new trail through the end of the album. The crashing cacophony that opens ‘Gone To Dust’ for instance, gives way to Larsh Kristensen’s almost tuneless voice. It’s a strange style but it fits absolutely, even if it may be a slightly acquired taste.

There’s a great spacey vibe and genuine feeling to the tunes that acts as the perfect foil to the comfortable musical aggression on Late Love. What’s most important about the album is that all ten of the songs have their place. It might seem cliché for me to say there is no filler and that you will have no respite from the album but it’s true. The low-slung tone of ‘Sin After Sin’ provides a change of pace but you’ll find no ballads here. Oh no. Wolves Like Us close the album with a near-eight minute “epic” of sorts with ‘To Whore With Foreign Gods’. It’s menacing and ominous in tone but finishes the album perfectly.

Along with Trap Them’s stunning Darker Handcraft, it’s possible that Prosthetic Records have released two of the finest records of 2011. We dunno what they’re putting in the office coffee machine but we’re more than happy for this trend to continue because Late Love is a brilliant debut. Despite their collectively accrued experience, we’ve got our fingers crossed that this is just the start for Wolves Like Us.

5.5/6

Sounds like: Helmet, Cult Of Luna, Planes Mistaken For Stars [by: thrashhits]





[2011] Late Love

01 - Burns Like A Paper Rose
02 - Deathless
03 - Sin After Sin
04 - Old Dirty Paranoia
05 - Secret Handshakes
06 - Shiver In The Heat
07 - We Speak In Tongues
08 - Gone To Dust
09 - My Enemy
10 - To Whore With Foreign Gods

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Them Crooked Vultures




Falar sobre o Them Crooked Vultures é falar, simultaneamente, de vários fragmentos que constituíram (e ainda constituem) a história do Rock. Afinal, temos nesse chamado 'supergrupo' pessoas que atendem pelo nome de Josh Homme tomando conta das cordas vocais e das de guitarra, que nada mais foi do que a mente por trás do Kyuss (uma das bandas, senão a mais importante do Stoner Rock nos anos 90) e fundador do Queens Of The Stone Age, uma das melhores bandas de Rock estadounidense dos 00's (Rock de verdade, não esas modinhas hyper-hype que poluíram essa época), Dave Grohl (o homem por trás das baquetas do Nirvana e líder do Foo Fighters) e John Paul Jones (que, bem, fez parte de um tal Led Zeppelin nos 70's).

Acho que não resta muito mais a comentar sobre a banda, tendo gente desse quilate envolvida. E nem muito a comentar sobre o som que se propõem a fazer, que, de maneira pueril e aparentemente ingênua, pode ser definido somente e tão simplesmente, como Rock. Isso mesmo, Rock básico e puríssimo em sua essência, contendo influências das mais saudáveis retiradas do Hard Rock dos 70's e alguma coisinha do Hard/Stoner Rock dos 90's e 00's. Algo mais do que batido e requentado por zilhões de bandas que já passaram pelo universo durante esses anos, sim senhor, mas realizado e orquestrado com tal competência, energia e, principalmente, naturalidade, que fica difícil não curtir e vibrar junto de acada acorde que entoa pelas fontes sonoras.

Eu sei que o blog aqui se propõe mais a divulgar artistas obscuros e de difícil acesso ao grande público que se dedicam a algo diferente do usual, aqueles que quebram o status-quo dos gêneros em que se imergem. Mas este álbum aqui, que posto agora, é um ótimo exemplo que pode-se ser brilhante e simples sem precisar ser vanguardista e inovador, por isso merece um lugar no nosso arquivo.

That's it, folks. Feel the good hit of the summer!


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[2009] st

01 - No One Loves Me
02 - Mind Eraser No Chaser
03 - New Fang
04 - Dead End Friends
06 - Scumbag Blues
07 - Bandoliers
08 - Reptiles
09 - Interludes With Ludes
10 - Warsaw Or The first Breath You Take
11 - Caligulove
12 - Gunman
13 - Spinning In Daffodils


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Clutch











Antes de mais nada, não teria outra forma de começar esse post sem antes agradecer aos membros do blog, especialmente o Carlos, mas sem esquecer dos outros, por mantê-lo tão vivo enquanto eu me descabelava, com os poucos fios que ainda me restam, nesse turbulento fim de semestre, mas para felicidade do povo e alegria geral da nação (ou não) eu estou de volta, e agora, parcialmente de férias vou me dedicar mais ao blog. Não poderia passar sem deixar de agradecer a galera que tem visitado o blog e fazendo a máquina funcionar também do outro lado, tem sido massa chegar em alguns rolês e ouvir que estamos fazendo um bom trabalho, é verdade que quase nunca falam bem dos meus posts especificamente, mas tudo bem, ainda amo vocês, um pouco menos, é verdade.

Clutch é mais uma daquelas bandas que eu conheci por acidente, nas andanças em busca de uma banda que fizesse Stoner Rock sem repetir a tão saturada forma que a maioria insiste em seguir deliberadamente. Encontrei-os internet afora, encarnando mecânicos em uma foto nesses sites gringos e a partir daí, a tal banda chamada 'embreagem' passou a chamar minha atenção (por favor, não achem que eu tenho tara por mecânicos, vocês entenderam). Seu som traz uma química interessante entre o Stoner Rock, Blues e uma pitada de Southern Rock, de modo que, com a evolução da banda ao longo do tempo, o Punk Rock e o Hardcore que marcaram seu início deram lugar a poderesosas cargas de groove e feeling maiores a cada álbum lançado, aproximando a sonoridade da banda ao Blues. Segundo alguns sites, inclusive a wikipedia (ainda que seja vergonhoso assumi-lá publicamente como uma referência), a banda nunca estourou realmente, apesar de ter assinado com a Columbia Records para lançar o grande Elephant Riders, em 1999, seu público continuou restrito a sua base de fãs, que se ampliou um pouco com o lançamento de Pure Rock Fury em 2001, mas nada como as grandes e nem sempre tão boas, bandas americanas de hoje em dia.

From Beale Street To Oblivion foi lançado em 2007 e me coloca num dilema entre elegê-lo como o melhor álbum deles ou cometer o crime de ter que dá-lo o segundo lugar frente ao não menos grandioso Robot Hive/Exodus de 2005. O álbum foi produzido por Joe Barresi (Kyuss, Tool) e é marcado pela total imersão da banda no Blues, segundo Fallon, "Não se trata de um revivalismo ou uma cena retro, trata-se sim de despir a música até aos seus elementos mais básicos, eliminando tudo o que esteja a mais". Sua primeira música de trabalho Electric Worry figura entre as melhores músicas que a banda fez, guiado por um riff que deixa as influências de blues mais claras do que nunca e acompanhado por uma gaita que traz pra si toda a atenção no ponto alto da música, é um bom resumo do que podemos encontrar de melhor neste CD. When Vegans Attack é a melhor representante do conteúdo humorístico e bizarro marcante nas letras da banda, um apontamento crítico do vocalista Neil Fallon acerca do fenômeno vegan-way-of-life que toma cada vez mais espaço na cena em geral. Enfim, o que temos aqui se trata de um grande disco de mais puro rock, calcado em clássicos como Deep Purple e ZZ Top mas sem soar como mais uma banda oportunista que apenas fica ruminando aquilo que já foi feito em outro momento da história da música. Altamente recomendado.


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[2007] From Beale Street To Oblivion

01 - You Can't Stop Progress
02 - Power Player
03 - The Devil & Me
04 - White's Ferry
05 - Child Of The City
06 - Electric Worry
07 - One Eye Dollar
08 - Rapture Of Riddley Walker
09 - When Vegans Attack
10 - Opossum Minister
11 - Black Umbrella
12 - Mr. Shiny Cadillackness

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The Butterfly Effect




O The Butterfly Effect surgiu em Brisbane [Australia] em 1999. A banda é formada por: Clint Boge (vocals), Ben Hall (drums), Glenn Esmond (bass) e Kurt Goedhart (guitar). O debut album da banda, Begin Here, foi lançado em 2003 e atingiu a 24º posição no Aria Charts. Final Conversation of Kings foi lançado na Australia em 20 de setembro de 2008 e dessa vez a banda consegue atingir a 3º posição nos Charts australianos.

Final Conversation of Kings é o terceiro álbum dos australianos e mistura sons progressivos com pegadas mais melancólicas e alternativas e até mesmo elementos do pós-grunge. É notável a semelhança em algumas passagens do cd entre o Butterfly Effect e bandas como o A Perfect Circle, o Dredg e até mesmo o Muse.
Os vocais são um dos pontos altos deste álbum, Clint Boge tem uma técnica vocal acima da média da maioria dos vocais do chamado "post-grunge", e outro fator marcante no som da banda são as linhas de baixos compostas por Glenn Esmond que dão uma energia maior ao som da banda.

Altamente recomendado pra fans de Dredg, A Perfect Circle, Muse, Aereogramme e coisas similares.

p.s: Leiam a resenha em inglês que está muito mais bem detalhada e com impressões melhores do que a minha :)


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[2008] - Final Conversation of Kings

01 - Worlds On Fire
02 - Room Without A View
03 - Final Conversation
04 - The Way
05 - Window And The Watcher
06 - ...And The Promise Of The Truth
07 - In These Hands
08 - 7 Days
09 - Rain
10 - Sum Of 1


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Witchcraft









Witchcraft é uma banda sueca formada por Magnus Pelander, do Norrsken, em 2000, sua banda anterior não conseguiu lançar mais do que um punhado de demos, diferente do Witchcraft que já está em seu terceiro cd The Alchemist. A proposta da banda se encaixa nessa nova onda de bandas de stoner que vem sugindo desde o fim da década de '90, porém sua sonoridade é de certa forma um pouco atípica, não que seja completamente inovadora, mas enquanto a maioria destas bandas se firmam no Doom Metal britânico, a influência deles é calcada em bandas como Pentagram e no Rock N' Roll puramente setentista de Led Zeppelin e Jethro Tull.

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The Alchemist [2007]


1 - Walk Between the Lines
2 - If Crimson Was Your Colour
3 - Leva
4 - Hey Doctor
5 - Samaritan Burden
6 - Remembered
7 - The Alchemist

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Billy Corgan














Confesso não ser o maior fã e, muito menos, o maior especialista em Billy Corgan e em Smashing Pumpkins do planeta, mas digo que curti bastante esse álbum. Eu sempre achei a voz dele bem interessante, mesmo quando ouvia - pouco, na verdade - o Smashing Pumpkins e esse álbum veio só pra confirmar meu gosto pelos trabalhos musicais do rapaz.
Como disse, não sou o maior fã/conhecedor, então qualquer coisa que eu escreva aqui à respeito do cara ou desse trabalho pode parecer escrito por um leigo. Darei informações básicas, apenas. O rapaz se chama William Patrick Corgan Jr. e nasceu no ano de 1976, em Chicago. "The Future Embrace" é o primeiro e, até onde eu sei, único trabalho solo da carreira do rapaz e vale a pena ser ouvido pra quem curte música de qualidade, com feeling e, principalmente, por quem gosta de Smashing Pumpkins.


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[2005] - The Future Embrace

1 - All Things Change
2 - Mina Loy (MOH)
3 - The Cameraeye
4 - To Love Somebody
5 - A100
6 - Dia
7 - Now (And Then)
8 - I'm Ready
9 - Walking Shade
10 - Sorrows (In Blue)
11 - Pretty Star
12 - Strayz


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