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Kayo Dot




Kayo Dot é uma banda multinacional, formada em 2003 por Toby Driver pelas cinzas de um grupo memorável chamado maudlin of the well. Disse multinacional pela diversidade étnica dos integrantes da banda, tendo americanos, europeus, asiáticos e afro-americanos em sua formação.

Mas essa diversidade não se reflete somente na origem étnica dos integrantes do conjunto, mas também em sua sonoridade. Ela abrange uma gama muito rica de subgêneros, atmosferas e estruturas em sua composição, que vão desde a música erudita do século XX à la Stravinsky e Penderecki a grupos de Post-Metal/Sludge como Neurosis e Godflesh, passando ainda por Sigur Rós, Pink Floyd, Radiohead e pinturas impressionistas (!), regada ainda a toques de psicodelia e jazz, que assim formam os ingredientes necessários para a sua alquimia sonora densa e hermética, ainda que envolvente, do Kayo Dot.

Choirs Of The Eye é o primeiro álbum da banda, e na minha opinião é o melhor lançado até agora, ainda que os outros só fiquem atrás dele no quesito qualidade por centésimos de segundo, ou talvez menos. Imagino que não seja um álbum tão acessível e assimilável para todos, mas eu asseguro que vale muito a pena ouvi-lo, mesmo que seja por mera curiosidade. Enjoy it. ;)


//Quase dois anos depois, deixo-lhes aqui o novo trabalho da banda, batizado simplesmente de Coyote. Dessa vez, parece que os rapazes ouviram um bocado de Univers Zero, Art Zoyd e toda aquela galerë Prog/Psychedelic/Kraut-Rock/whatever dos anos 70, pois é notável o distanciamento de sua verve Post-Rock dos trabalhos anteriores em prol de um aprofundamento nessa outra, que já se fazia presente desde os tempos do maudlin, deve-se dizer. Apesar de achar que este seria um álbum ainda melhor se fosse puramente instrumental (o vocal parece um pouco deslocado em alguns momentos - e o instrumental ficou simplesmente genial em várias passagens ao longo do álbum), é ainda um trabalho excelente, senão o melhor desde o debut Choirs of the eye.

Bom, chega de enrolar. Sirvam-se a vontade, and enjoy it well! ;)

//update: Novo trabalho do Kayo Dot chegando na área. Apesar da capa, digamos, desprovida de qualquer arte maior, sua música continua exuberante e extremamente rica, passeando por mundos psicodélicos e quiméricos com incrível destreza e desenvoltura. Aqui, temos músicas um pouco mais cruas, digamos, e que evocam as harmonias mais agressivas e rústicas, roçando os domínios do Metal extremo, que ajudaram a caracterizar o som da banda-mãe, o maudlin of the Well. Se isso é algo positivo ou não, bom, é a gosto de vocês. Eu achei curioso e inesperado da forma mais saudável possível.

Aproveitem-no!


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[2011] Gamma Knife

01 - Lethe
02 - Rite of Goetic Evocation
03 - Mirror Water, Lightning Night
04 - Ocellated God
05 - Gamma Knife


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[2010] Coyote

01 - Calonyction Girl
02 - Whisper Ineffable
03 - Abyss Hinge 1: Sleeping Birds Sighing In Roscolux
04 - Abyss Hinge 2: The Shrinking Armature
05 - Cartogram Out Of Phase


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[2003] Choirs Of The Eye

01 - Marathon
02 - A Pitch Of Summer
03 - The Manifold Curiosity
04 - Wayfarer
05 - The Antique

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*shels





*shels é um conjunto britânico formado das cinzas do Mahumodo em 2004, por Mehdi Safa (pelo que parece, ele é norte-americano filho de pais libaneses e iranianos), conjunto que teve um relativo sucesso no começo dessa década e seguia um estilo que muitos chamam de "art sludge", "post metal" e rótulos cada vez mais confusos e esdrúxulos, que é uma união da música progressiva com Sludge e Metal, formando texturas musicas densas e por ora obscuras e melancólicas, com toques surrealistas.

No caso do *shels, pode-se classificar a banda da mesma maneira, pois a sonoridade de ambas realmente são parecidas, apesar do Mahumodo ter uma queda maior pelo Hardcore/Screamo/whateveryouwanttonameit. Percebe-se influências musicas de grupos como Tool, dredg, Deftones e Neurosis em seu trabalho, o que o distancia um pouco de bandas como Isis, Pelican e afins, soando então mais leve e equilibrando muito bem momentos de raiva e agressividade sonora com os de melancolia e introspecção. Nota-se também algumas passagens sinfônicas ou puramente ambient, tingindo suas músicas num tipo de matiz que dá uma peculiariedade muito interessante a elas e formando texturas musicas diferenciadas. De alguma forma, suas músicas me lembram a trilha sonora de algum filme "cult" nunca produzido (?), como se cada passagem da música retratasse um tema ou um climax do mesmo filme.

De toda forma, acho muito marcante as suas composições bem como a habilidade da banda em compor algo que, mesmo não sendo muito original hoje em dia, transpõe uma gama de sentimentos e imagens de forma muito criativa e orgânica, sem soar como "mais do mesmo" e conseguir envolver o ouvinte em sua atmosfera e fazê-lo imaginar como se estivesse dentro da própria música e assistindo um filme em sua cabeça, cuja trilha sonora é composta pelas suas próprias harmonias. Enfim... I hope you enjoy it. ;)


//Reerguendo o tópico depois de quase 3 anos para deixar o mais recente trampo dos rapazes: Plains Of the Purple Buffalo. Não cheguei a pesquisar muito sobre, mas pareceu-me um trabalho conceitual, devido a evolução das faixas e maneira como são trabalhadas, bem como o nome das próprias. Tudo aqui no CD transpira e transpassa uma aura épica e cinemática, funcionando como uma jornada por esferas cósmicas inexploradas ou viagens caleidoscópicas pelos planos não-lineares do consciente.

Como sempre... aproveitem!


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[2011] Plain Of The Purple Buffalo

01. Journey to the Plains
02. Plains of the Purple Buffalo (Part1)
03. Plains of the Purple Buffalo (Part2)
04. Searching For Zihuatanejo
05. Vision Quest
06. Atoll
07. Butterflies on Luci’s Way
08. Сrown Of Eagle Feathers
09. Bastien’s Angels
10. Conqueror
11. The Spirit Horse
12. Waking
13. Leaving The Plains


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[2007] Laurentian Atoll

01 - Atoll
02 - Waters
03 - The Ghost Writer
04 - City Of The Swan
05 - Lights Of The Laurentian
06 - Fireflystarrs
07 - Wingsfortheirsmiles
08 - m


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Cave In




Em breve farei uma review decente para o cd que marca a volta do Cave In. Mas ja posso adiantar que a volta não poderia ser melhor, simplesmente maravilhoso.

"It’s been six years since their last full-length and though this, Cave In’s fifth studio album, is more ‘Perfect Pitch Black’ than the rest of their discography, it’s also completely different to anything the band have ever released. When time is on a band’s side marvellous things can happen, and ‘White Silence’ is proof of that. Two years in the making, this is by far the most experimental and diverse record Cave In have made to date. The riffs and volume are still present but then there’s the layering (‘Iron Decibels’), the acoustic closer ‘Reanimation’ and the static noise ‘White Silence’. This is a grower not a shower but persevere because ‘White Silence’ has been worth the wait." - Rocksound

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[2011] White Silence

01 - White Silence
02 - Serpents
03 - Sing My Loves
04 - Vicious Circles
05 - Centered
06 - Summit Fever
07 - Heartbreaks, Earthquakes
08 - Iron Decibels
09 - Reanimation

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Jesu




O Jesu é uma banda formada em Abergele, Wales, UK, no ano de 2003. O líder da banda é Justin Broadrick, este que a formou após o fim da reconhecida banda Godflesh.
No Jesu, Justin Broadrick procura fazer um som mais ambiental, com pitadas eletrônicas e atmosferas densas, porém criativas e diversificadas. A banda mostra estar em uma constante evolução e Conqueror é prova disso. É o meu preferido, com certeza, possui uma atmosfera perfeita para quem gosta de um som criativo, porém introspectivo.
Ah, a banda possui este nome por causa de uma música do Godflesh, no último trabalho de Justin com a banda e por isso ele optou por chamar assim seu novo projeto.
Está entre minhas bandas preferidas, com certeza. Acho que todos deveriam conhecer :)

*Aproveitando o post do nosso amigo Borges para postar o novo EP do jesu, intitulado Infinity. EP que possui uma única faixa que leva o seu próprio nome e cuja música apresenta um curioso amálgama do jesu mais atual (eletronicagens, por exemplo) com o mais antigo, onde as paredes sonoras guitarrísticas se faziam mais presentes. Achei muito bom, embora ainda não supere os três primeiros trabalhos do jesu, ao meu ver. Mas, enfim, aproveitem-o bem! ;)

*Outro edit. Dessa vez para o novo EP do grandioso Jesu. Opiate Sun é o nome da nova preciosidade do genial Justin Broadrick. 4 canções que faz qualquer um cair de amores.
Mais um lindo material que só faz aumentar a ansiedade por um full-lenght.

//Tirando a poeira do blog com mais um trabalho do Mr. Broadkick. Como de costume, o CD é brilhante, tendo muito daquela veia Shoegaze e Drone permeada de camadas industriais, arquitetadas em meio a uma névoa sônica de uma certa melancolia e nostalgia bucólica. Sem mais delongas, enjoy!

[edit by: Carlos]


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[2011] Ascension

01 Fools
02 Birth Day
03 Sedatives
04 Broken Homes
05 Brave New World
06 Black Lies
07 Small Wonder
08 December
09 King of Kings
10 Ascension


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[2009] Opiate Sun

01 - Losing Streak
02 - Opiate Sun
03 - Deflated
04 - Morning Light

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[2009] Infinity

01 - Infinity


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[2007] - Conqueror

01 - Conqueror
02 - Old Year
03 - Transfigure
04 - Weightless and Horizontal
05 - Medicine
06 - Brighteyes
07 - Mother Earth
08 - Stanlow

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Altar of Plagues




White Tomb é o primeiro full-lenght do Altar of Plagues, banda de Cork na Irlanda, com previsão de lançamento para o final de abril. Meu primeiro contato com a banda foi ainda esse ano quando ouvi o EP Sol, lançado ano passado, e logo de cara vi que essa banda oferecia algo diferente do que estamos acostumados a ouvir no meio black-metal atual.
Depois do grande reconhecimento do Alcest e do Amesoeurs uma onda de bandas que misturam o black-metal com elementos do post-rock/post-punk estão surgindo, e muitas delas apresentam propostas bem interessantes. O caso do Altar of Plagues é parecido com isso, mas ao invês do post-rock os irlandeses adotam elementos mais voltados pro post-metal.

Magistral seria uma palavra adequada para definir esse albúm, alternando entre o black metal e o lado mais Post, a banda consegue criar uma paisagem sonora impressionante, aos meus ouvidos o som varia entre o black metal de uns Shining, o lado mais sludge do Isis e do Cult of Luna nos primeiros lançamentos e o post-rock do Red Sparowes ou até mesmo do Mogwai.

Com certeza um dos melhores lançamentos do ano, e provavelmente o mais interessante cd de black metal de 2009.
Não tenho muito o que acrescentar a respeito deste albúm, deixo a cargo de cada um fazer suas colocações a respeito, e lembrando que os comentarios são sempre bem vindos aqui no ETS.

//Exatamente um ano depois da primeira postagem, volto aqui para postar o novo EP do Altar of Plagues, Tides.
Mesmo sendo composto de apenas 2 músicas, o EP tem um total de 35 minutos sendo capaz de mostrar o porque da banda ser uma das minhas favoritas da atual cena black metal.
Infelizmente o EP não consegue superar o fenomenal White Tombs, mas mesmo assim continua sendo algo realmetne primoroso para todos os apreciadores de boa música.
Enyoy!

//Exatamente 1 ano depois do post do EP Tides, eis que sai o novo album da melhor banda de black metal da atualidade (na minha opinião, é claro). Segundo a Profund Lore o novo do Altar of Plagues é para 2011 o que o Marrow of the Spirit do Agalloch foi para 2010. Esse sem sombra de dúvidas irá figurar no top de 2011 em todas as listas dignas de respeito.

Breathtaking, absolutely breathtaking.


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[2011] Mammal

01 - Neptune is Dead
02 - Feather and Bone
03 - When the Sun Drowns in the Ocean
04 - All Life Converges to Some Center

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[2010] Tides EP


01 - Atlantic Lights
02 - Weight Of All

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[2009] White Tomb

01 - Earth: i) As A Womb
02 - Earth: ii) As A Furnace
03 - Through The Collapse: i) Watchers Restrained
04 - Through The Collapse: ii) Gentian Truth


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Long Distance Calling




Não é novidade pra ninguem que o post-rock está cada vez mais ganhando espaço no meio musical, e com isso a variedade de bandas que vêm surgindo é muito grande, mas infelizmente quantidade não é qualidade, com isso grande parte dessas bandas soam como meras cópias do que ja existe. Felizmente toda regra tem suas exceções, e aqui está uma das bandas mais geniais do meio post-rock/metal instrumental, o Long Distance Calling. Arrisco a colocar esses rapazes no meu top 5 de melhores bandas do gênero instrumental.

O som do quinteto alemão pode ser inserido dentro do post-rock/metal, pode ser taxado no experimental, mas com um "groove" diferenciado que torna o som mais acessivel. Coloca-los somente dentro do post-rock é um pouco complicado, pois as veias progressivas no som são realmente muito grandes.
Dificilmente uma banda consegue fazer música instrumental sem as vezes soar um pouco repetitivo ou cansativo, e nesse cd felizmente eles conseguem "driblar" esse problema com maestria. Toda essa gama de influênicas fazem com que a banda criem sua propria identidade sonora, fazendo algo diferente do que as pessoas estão acostuamdas a ouvir.

Não vou mais encher linguiça sobre o som da banda, cada um que ouvir irá tirar suas proprias conclusões, mas tenho quase certeza quem ouvir deverá admitir que o som da banda é muito envolvente. E não podia deixar de lado talvez o ponto mais alto do cd que encontra na faixa 5, como no ultimo album, o cd possui uma faixa com letras e a presença de um vocalista, e dessa vez o convidado é ninguem mais ninguem menos que o grande Jonas Renkse do Katatonia.

"Music needs room not rules, it needs freedom not boundaries"

/Novo cd de uma das melhores bandas de post-rock instrumental da atualidade. Já é do saber de quem gosta, que em todos os álbuns eles convidam algum cantor pra fazer uma participação em alguma faixa como já rolou com o Peter do The Haunted e o Jonas do Katatonia. Nesse novo a faixa com vocal conta com a presença do John Bush (Anthax/Armored Saint).


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[2011] Long Distance Calling

01 - Into The Black Wide Open
02 - The Figrin D'an Boogie
03 - Invisible Giants
04 - Timebends
05 - Arecibo (Long Distance Calling)
06 - Middleville
07 - Beyond The Void

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[2009] Avoid the Light

01 - Apparitions
02 - Black Paper Planes
03 - 359
04 - I Know You Stanley Milgram
05 - The Nearing Grave (ft. Jonas Renkse)
06 - Sundown Highway


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Vanessa Van Basten




Vanessa Van Basten é um duo italiano formado por Morgan Bellini e Stefano Parodi e conta com vários convidados e colaboradores da cena alternativa e extrema italiana. Lançaram o primeiro EP em 2005, em 2006 lançaram seu primeiro full-lenght, La stanza di Swedenborg. Em 2009 será lançado o EP Psygnosis [este ja está disponivel aqui no blog], um split e o lançamento do segundo full-lenght.
A banda se define como "música lenta, pesada, música metafisica instrumental" e cita influências como o rock industrial, krautrock e até mesmo o black metal norueguês, além de bandas como Godflesh e Swans e bandas do catálogo da Neurot e Hydrahead.

O som da banda é basicamente a combinação de rock, post-rock,shoegaze e os experimentalismos do metal a lá Neurosis e Isis. O Duo faz uso de elementos eletronicos, de guitarras distorcidas, de passagens acústicas, algumas vezes se ouve narrações em Italiano e a presença de sintetizadores. O trabalho de guitarra soa melancólico e a bateria remete a de bandas de industrial.
Os albuns fluem naturalmente, com cada faixa tendo sua particularidade, onde as faixas são intercaladas as vezes por um ambient drone, outras por sons estranhos. Um destaque do som vai para o uso das percussões, que são bem trabalhadas e perfeitamente encaixadas no som do Vanessa Van Basten. Alguns instruemntos "diferentes" são usados pela banda, como por exemplo uma Gaita. Em certo momento o som do Vanessa faz você lembrar da melhor fase do Faith no More.

La Stanza Di Swedenborg é um album impressionante, que faz com que a banda fique a quilometros de distancia das demais bandas que fazem um post-metal farofa, sem nenhuma novidade ou criatividade, pois o Vanessa Van Basten combina verdadeiros momentos de beleza com uma bateria marcante e distorções monolíticas que fazem o som da banda ser único e sensacional.
Psygnosis está previsto para ser lançado em 2009, e conta com duas faixas instrumentais, que são capazes de mostrar como o duo consegue fazer músicas tão belas e tocantes que so fazem comprovar o poder de criação e a evolução que ela sofreu no decorrer dos anos, e faz com que os apreciadores fiquem anciosos para o lançamento do segundo Full-Lenght.

/Novo cd dos italianos do Vanessa Van Basten. A formulá básica ainda é a msm apresentada no La Stanza Di Swedenborg, ou seja, coisa fina você irá encontrar aqui.



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[2011] Closer To The Small/Dark/Door

01 - Porzellangasse
02 - Putana
03 - L'Uomo Che Comprava il Tempo
04 - Fuck the Best, Take the Rest
05 - Domio '95
06 - La Selva dell'Orba
07 - Scolopendra
08 - Untitled
09 - L'Affetto Non Serve

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[2009] Psygnosis

01 - Tutto Avanti All'indietro
02 - Psygnosis


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[2006] La Stanza Di Swedenborg

01 - La stanza di Swedenborg
02 - Love
03 - Dole
04 - Giornada de oro
05 - Il faro
06 - Floaters
07 - Vanja
08 - Good morning, Vanessa Van Basten!


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We Made God




O We Made God é uma banda da Islândia que toca um Post-Metal de altíssima qualidade e com altas doses de experimentalismos. Chego a dizer (e parafrasear outros) que eles possuem a atmosfera do Sigur Ros com pitadas do Deftones. Além de riffs fortes e marcantes a banda conta com um vocal com presença extremamente cativante e de se impressionar. Não tem muito o que se falar, é baixar e curtir :)

\Novo cd dos inslandeses do We Made God, It´s Getting Colder. [edit: pedro]

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[2011] It´s Getting Colder

01 - The Start Is A Finish Line
02 - Glossolalia
03 - Brennt Barn Fordast Eldinn
04 - Oh Dae-Su
05 - Interlude
06 - These Hours, Minutes And Seconds
07 - We Have Lost The Battle, We Have Lost The War
08 - As We Sleep
09 - II
10 - III


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[2008] As We Sleep

01 - Gizmo
02 - Bathwater
03 - Sub Rosa
04 - Deir Yassin
05 - Theory Of Progress
06 - The Color


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Black Sea



Infelizmente no Brasil não existe muitas bandas de post-rock/metal, o que é uma pena, pois é um dos meus estilos preferidos atualmente dentro da música. Com essa carência de bandas, o estilo fica restrito a um pequeno número de pessoas o que acaba dificultando a divulagação e a consequente vinda de bandas internacionais para o Brasil.
Felizmente sempre tem alguns poucos que se arriscam nesse meio e conseguem criar algo realmente foda e sem deixar nada a dever para algumas bandas gringas, como é o caso dos paranaenses do Black Sea.

Recomendado.

"Sem grandes pretensões, a idéia desde do início era fazer um tipo de som que ainda é pouco difundido no Brasil: post-metal/sludge. Com influências de ISIS, Russian Circles e Cult of Luna, no início de 2009 o quinteto gravou seu primeiro EP It’s All About Our Silence, lançado no dia 1º de maio do mesmo ano pelo selo virtual Sinewave (Herod Layne, s.o.m.a., Loomer…).

Em pouco tempo o EP já havia se espalhado pelo mundo e sendo elogiado em sites como Post-rock na Romênia, Postrocking e Postrockxchange, entre outros. Depois disso tocou em alguns shows no Paraná e Santa Catarina, fechando o ano com a apresentação no 2º Sinewave Fest em São Paulo e sendo listada na coletânea Sinewave Essentials - The Best of 2009.

No início de 2010, com novas músicas sendo preparadas para o novo trabalho e com a saída de Ivan Camargo, a banda teve que adaptar as músicas para apenas uma guitarra sem que se perdesse detalhes importantes para a sonoridade. E após 2 meses e meio de muito ensaio e metrônomo, no dia 10 de julho começaram as gravações de Somethings Cannot Be Mirrored.

Com apoio de amigos, principalmente o fotógrafo/designer Diego Cagnato, responsável pelas artes dos dois EPs e Myspace, e Nilo (Ayat Akrass), tudo correu como o planejado. Em parceria com a NAYP.com.br, dia 10/10/10 o EP foi colocado na íntegra em streaming virtual.

Desde o lançamento do novo trabalho, shows importantes como nas Verduradas de Curitiba e do DF, juntamente com a banda Curitibana/Blumenauense Nunca Inverno em uma minitour entitulada Inverno Negro Tour nos meses de Outubro/Novembro.

Hoje o Black Sea é:

André Prado - guitarras e synths
Marcos Paulo - bateria
Rafael Contin - baixo
Rodolfo Garcia - vocal"

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[2010] Somethings Cannot Be Mirrored

01 - 300 ml
02 - Waiting For Disarm
03 - Black Sea Part I
04 - Black Sea Part II
05 - Don’t Stay For Too Long
06 - Dogs Of War

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Blindead



A banda Blindead foi formada em 1999 na polônia pelo ex-guitarrista do Behemoth, Havoc. Ao contrário de sua antiga banda e de grande parte da nova safra do metal polonês o som dos caras basicamente é o que hoje é conhecido como post-metal/sludge,afinal a polônia vai muito além do brutal death metal. Impossível não citar Neurosis como a principal influência dos Blindead, mas eles conseguem fazer algo que vão além de uma simples cópia, o som dos rapazes tem identidade própria. Você poderá ouvir elementos de doom tradicional, de death metal e até mesmo de industrial.

Esse cd é o segundo trabalho da banda, e o sucessor do Devouring Weakness, lançado em 2006. Composto por 7 faixas, dividas em 4 fases, o cd facilmente entra na minha lista de melhores do ano no gênero. cada faixa tem sua particularidade, que pode se tornar desolador em alguns momentos e vibrantes em outros, sem contar a capacidade musical que cada membro do grupo possui, que fazem a atmosfera das músicas ficarem unicas, as vezes até surpreendente.
Com o lançamento desse cd, o Blindead tem tudo pra figurar dentro de muito pouco tempo entre os grandes nomes do estilo. Esse ano eles ja abriram o concerto do Cult of Luna e agora em agosto terá a missão de abrir para os Neurosis na turnê que passará na Polônia, e abrir um show do Neurosis é um presente divino, sinal que esses caras merecem.
Acho melhor ninguem levar em conta o que eu tento escrever, pois quase nunca consigo passar o que eu realmente sinto ao ouvir, mas esse cd vale muito a pena ser ouvido.

/ Mais de um ano depois, os poloneses do Blindead trazem para nós o maisnovo full-lenght.
Enyoy!


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[2010] Affliction XXIX II MXMVI

01 - Self-consciousness Is Desire and
02 - After 38 Weeks
03 - My New Playground Became
04 - Dark and Gray
05 - So, It Feels Like Misunderstanding When
06 - All My Hopes and Dreams Turn Into
07 - Affliction XXVII II MMIX


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[2009] Impulse [ep]

01 - Impulse
02 - Between
03 - Distant Earths



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[2008] Autoscopia/Murder in Phazes


01 - Phaze I: Enlightenment
02 - Phaze I: Abyss
03 - Phaze II: Symmetry
04 - Phaze II: Phenomena
05 - Phaze III: Blood Bond
06 - Phaze III: A Nice Night For A Walk
07 - Phaze IV

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Arktika



Alguém segura 2010 e seus lançamentos, porque desse jeito não será possível fazer um top 10-15-20 no final do ano. E olha que já estamos no final do ano e ainda teremos cds do Star of Ash, Vanessa Van Basten, Mothlite e outros.

Lembro que em algum ponto no ano passado ouvi um EP com apenas duas músicas de uma banda desconhecida, e apesar da produção ainda "amadora", foi uma porrada na orelha o som que esses alemães proporcionaram. A partir dai não tive mais noticias da banda, até que algumas semanas atrás fiquei sabendo do lançamento de seu primeiro full-lenght, intitulado At Zero.

Formado em Cologne (Alemanha) a banda foi criada em 2008 e gravou seu primeiro EP no mesmo ano que foi distribuido pela Narshardaa Records. Com algum reconhecimento a banda teve a oportunidade de fazer tour com algumas bandas como o Envy, Long Distance Calling e outras.

Composto de 7 músicas, o cd em si não apresenta nenhuma novidade do praticado pelas bandas de post-metal/sludge em geral, porém com o básico que eles fazem conseguiram gravar um dos melhores cds do gênero em 2010 (ao lado do Rosetta e do Vestiges).

Recomendado.

Arktika has five members: Marc (vocals), Jürgen (guitars), Jan (bass), Tim (guitars) and Jürgen (drums).


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[2010] At Zero

01 - We Live Our Lives In Black
02 - A Fire To Everything
03 - Interlude
04 - Vowbreaker
05 - Diorama
06 - Johnny Castle
07 - At Zero

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Consecration




Emergindo de terras sérvias, mais precisamente da cidade de Beograd, eis o Consecration, material da minha mais recente postagem. Lembro de ter ouvido seu debut album no ano passado e ter ficado atordoado consideravelmente com a energia e densidade sônica de suas músicas, mais especialmente a faixa que fecha o álbum, Mercury Room, mas pouco ouvi deles além disso. E então, percebo o quão idiota eu sou. Explico o motivo:

Seu ponto de partida data do já longíquo ano 2000, o marco zero do novo milênio. Sua formação inicialmente era instável, e pouco ou nenhum registro desses primeiros aeons da banda sobrou, pelo menos para nós, ouvintes. Parece que um dos poucos membros remanescentes é o Danilo Nikodinovski, vocalista/guitarrista. Apesar de já ter 10 anos na estrada, seu debut, aux, nasceu tão somente no ano de 2008, cujas faixas foram escritas num curso de 6 anos, pelo menos. Pelo jeito, a paciência dos cidadãos valeu e muito a pena, pois o que vemos (ou ouvimos) aqui é um álbum maduro, inteligente, bem desenhado, texturizado, etc. evocando uma gama de nomes que abrangem os trabalhos mais recentes do Opeth, Katatonia, Oceansize, gente como Tool, Faith No More, *shels e simpatizantes, sem contar influências tímidas, mas potentes, de Neurosis, Isis e cia. Ou seja, peso, atmosferas obscuras e sufocantes, devidamente ornamentada de melancolia são codinomes certeiros para suas músicas, se são.

Tendo colocado o aux para download gratuito em sua páginae lançado também uma gravação ao vivo, o Consecration consegue chamar a atenção de mídia/público, todos eles rasgando elogios e votos de confiança para a banda. Não mais do que merecido, certamente. E em maio deste ano, vemos o seu segundo trabalho, intitulado .avi, dando sinal de vida também. Aqui, nota-se que a banda decidiu explorar ambiências post-rockeiras com mais afinco, incorporando momentos à la Sigur Rós, Slowdive, Explosions In The Sky e seus amigos à base já antes existente. Se freia um pouco o ímpeto furioso do antecessor, ganha em riqueza de ambientação técnica e psicológica.

Ainda assim, me surpreendo com seus menos de 42k plays no last.fm. Talvez o fato de virem de um país obscuro dificultem a divulgação. Ou mesmo o mau gosto generalizado das pessoas pelos 4 vértices do mundo *cof cof*. Para quem anda de saco cheio do repeteco que virou a esfera do Post-Rock/Post-Metal/whatever, estes álbuns aqui são um puro deleite. Pois bem, acho que não resta nenhuma desculpa mais para não baixá-los. Enjoy'em all!


[last.fm]
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[2010] .avi

01 - Aligator
02 - .avi
03 - Cisterna
04 - Somna
05 - Idiot Glee
06 - Djavo Nije Urban


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[2008] aux

01 - Aimless
02 - Rinasek
03 - Passage (aux)
04 - Cliffhangers
05 - Absinthe
06 - Shelter_me
07 - Mercury Room


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A Swarm of the Sun




O A Swarm of the Sun é um duo sueco de Estocolmo. O primeiro release da banda foi o aclamado EP The King of Everything lançado em 2007. E eis que então chega até nós ouvintes, o tão esperado full-lenght intitulado, Zenith.

A forte base do som do duo é o post-rock/metal, porém o diferencial é o uso de outras vertentes musicais como algumas paisagens eletrônicas e até mesmo elementos do indie rock. Outro ponto é o uso único e exclusivamente de vocais limpos, e diga-se de passagem, vocais belissimo. O som do duo se assemelha bastante ao praticado pelos seus conterrâneos do Aoria, Lingua, Kausal e Come Sleep.

Recomendado para fãs de Tool, Isis, Nine Inch Nails, Rosetta, Oceansize e das bandas citadas acima, o A Swarm of the Sun é uma ótima pedida para os apreciadores do post-rock/metal, indie, alternativo e todas as vertents da boa música.

"a bit like a heavier, swedish version of 65daysofstatic with vocals."

Highly Recommended


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[2010] Zenith

01 – Lifeline
02 – This One Has No Heart
03 – Refuge
04 – The Stand
05 – Zenith
06 – Repeater
07 – The Worms Are Out
08 – Lifeproof Houses
09 – I Fear The End
10 – Reaper

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Consciousness Removal Project



Tampere, Finlândia. Ano de 2004. Antti Loponen decide dar vida ao seu projeto musical intitulado de Consciousness Removal Project, ou CRP, cujo trabalho consistia em peças instrumentais que flertavam com o Post Rock e Ambient. Com o passar do tempo, seu projeto foi se metamorfoseando em algo que tange o chamado Post Metal, e assim vieram seus primeiros álbuns: self-titled (2008), 852 (2009) e o novíssimo Do You Ever Think It's The End Of The World? (2010), sendo este último a figurar nessa página.

Trabalhando sempre sozinho, tanto na concepção artística quanto na produção, mixagem e divulgação, Antti nos entrega uma "bela" pintura sonora de paisagens pós-apocalípticas, todas recheadas de desolação, miséria, insanidade e negritude em sua nova empreitada. As faixas são longas, como de costume no seu gênero, mas de modo algum cansativas, possuindo todas um foco bem definido em meio as monólitos abandonados apontando para nuvens negras em fúria.

CRP pode muito bem ser comparado a gente do quilate de um Year Of No Light, A Storm Of Light e até mesmo Cult Of Luna, sem medo de ser feliz (sic). E mais, todos os seus trabalhos podem também ser encontrados gratuitamente em sua página virtual em ótima qualidade, uma atitude que acho louvável da parte do seu mentor, haja visto a dificuldade natural que enfrentaria em sua divulgação em meios mais, digamos, mainstream. Bem, acho que já disse tudo. Fico por aqui. E aproveitem.


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[2010] Do You Ever Think It's The End Of The World?


01 - The End Of The World
02 - The Reclusive Road
03 - The Ship
04 - Hibernate
05 - Permanently


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Neurosis





Não saberia o que escrever sobre esse cd, e principalmente sobre essa banda, esse quinteto de Oakland sabe como pouquíssimos a fazer da musica uma verdadeira obra de arte. Então dessa vez deixo a resenha a cargo de alguém que entende do assunto.

"Times Of Grace é a obra que melhor consegue captar a essência do que é o colectivo de músicos e artistas em torno dos Neurosis. Sofrendo apenas ligeiras alterações de formação, o esqueleto da banda manteve-se durante anos o que permitiu um crescimento visível de álbum para álbum. Times Of Grace é o estado da maturidade adulta por excelência. É nesta qualidade que os seguidores da carreira da banda poderão encontrar os prós e os contras de Times Of Grace. No seu interior está a rebelde vontade de liberação violenta que acompanhou os primeiros discos e um iluminado desejo de flutuar e deixar render o espírito, de sossego envelhecido. São o reflexo de um equilíbrio que demoverá os adeptos da agressividade ruidosa, tão patente no metal, e que não terá a capacidade de atrair mentes adversas a essa mesma agressividade, a esse mesmo género. Permanecerão aqueles que se renderam à banda, que se cobrem com os seus ramos e bebem da sua seiva. Para estes (nós), Times Of Grace será um álbum cujas raízes penetrarão no futuro, relembrando-lhes com uma pulsante vida de onde vieram e a onde poderão regressar.

Paralelamente à edição de Times Of Grace foi lançado pelo alter-ego dos Neurosis, o projecto de experimentação sónica e ambiental Tribes Of Neurot, um disco intitulado Grace. O objectivo proposto está em ouvir-se em simultâneo as duas obras. O resultado, depois da conjugação em estéreo (ao quadrado) dos dois discos, é uma intensificação sónica que foge à descrição literária e que provoca uma longa efusão lírica. Mais que uma ideia original, é um desafio sensorial de profundidade abismal." by: Gonçalo Sítima

/Registro ao vivo de uma das melhores bandas de sempre no melhor festival do mundo.
Altamente recomendado.

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[2010] Live at Roadburn 2007

01 - Given To The Rising
02 - Burn
03 - A Season In The Sky
04 - At The End Of The Road
05 - Crawl Back In
06 - Distill
07 - Water Is Not Enough
08 - Left To Wander
09 - The Doorway


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[1999] Times of Grace + Grace (Combined)

01 - Suspended in Light
02 - The Doorway
03 - Under the Surface
04 - The Last You'll Know
05 - Belief
06 - Exist
07 - End of the Harvest
08 - Descent
09 - Away
10 - Times of Grace
11 - The Road to Sovereignty

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Smallman




Quando se trata de idiossincracia, eis uma banda que explora a essência da palavra. Os Smallman são um quarteto vindo das longíquas terras búlgaras, cujas origens e pormenores eu pouco encontrei pela world wide web. Só sei que seu novo trabalho, Labyrinth Of Present, é seu segundo álbum até o momento e parece ser o seu ápice criativo, rendendo-lhes atenção da crítica, público e etc etc etc.

Sua linha sonora orbita entre os horizontes arquitetados por gente como Tool, A Perfect Circle, Deftones e afins bem como o chamado Post-Metal projetado e evoluído por gente do calibre do Neurosis, Isis et al, temperado devidamente com elementos de música búlgara e armênia (?!). Isso mesmo que você ouviu, não foi um delírio do indivíduo que vos escreve. Ainda que estes elementos exóticos sejam mais um plano de fundo do que o desenho em si, suas músicas ganham um novo contorno quando estes são injetados nela. A temática lírica, pelo que percebi, parece também tomar rumos esotéricos e espirituais, invocando uma atmosfera obscura, profunda e transcendentalista.

Se não atingiu ainda um patamar mais elevado de reconhecimento e criatividade musical, creio que o evoluir do tempo se encarrega de fazê-los sem nenhum problema. Por fim, não me resta mais nada a dizer a não ser: deleitem-se!

"For a long time now he longed to stop and rest. We did not object and did not accuse him of idleness. Smallman has reached the end of this journey and has found an answer to his questions, asked once and somewhere, which have shaped the character we now know. We are left with the memory of the experience, the feeling of and expectation for new meetings with him. We felt this moment has come and we looked for him again..."


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[2010] Labyrinth Of Present


01 - Irreversible
02 - Ocean
03 - Ouroboros
04 - The Life of The Yellow Leaf
05 - 7
06 - The Cube
07 - Labyrinth of Present
08 - Odyssey


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Radare



Primeiramente queria pedir desculpas a todos os leitores pela escassez de post nos últimos tempos, mas quero que saibam que não esquecemos de vocês e sempre que temos algo realmente digno de atenção não exaltamos ao compartilhar com todos os nossos leitores, afinal o ETS preza mais pela qualidade do que pela quantidade :) Agora, vamos ao que interessa.

Pouco se sabe sobre esses jovens alemães de Wiesbaden, a única fonte de informação disponível na rede é o próprio myspace da banda,que infelizmente só apresenta as infos em alemão, ou seja, não ajuda muita coisa.

Composto de 4 canções em quase 44 minutos, Infinite Regress lançado pela SharkMenRecords, apresenta uma sonoridade basicamente focada no post-rock/metal. Mas diferentemente da infinidade de bandas no estilo que tem por aí, esses garotos conseguiram acrescentar outras influências ao seu som, e fizeram algo realmente digno de atenção.
Imaginem um Neurosis misturado com as paisagens funerais e dark do jazz do Bohren & der Club of Gore, a partir daí vocês poderão ter uma ideia do que irá encontrar neste primeiro registro do Radare.

Levando em consideração que esse é o primeiro registro da banda, a idade dos integrantes e a gravação caseira, posso afirmar que esses rapazes tem muito futuro pela frente se continuarem nesse ritmo. Uma das melhores novidades musicais que ouvi esse ano.

Recomendado.


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[2010] Infinite Regress

01 - Morast
02 - Licht Aus / The Lesser Graves
03 - By The Flood
04 - Asthenic Doubts Revolve

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